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Luz, Câmara, Tradução: O tradutor pode ou deve intervir em assuntos sociopolíticos?


Nas palestras "On the ethics of translators' interventions" partes 1 e 2, ou "Sobre a ética das intervenções dos tradutores", Pym evoca tradutores e intérpretes a não permanecerem como subserventes dos desejos de seus clientes e urge para que combatam as assimetrias antiéticas. Os vídeos abaixo foram gravados em uma palestra que aconteceu de 15 a 19 de março durante conferência realizada na  Universidade Bar-Ilan e Universidade de Tel Aviv, Israel, sobre tradução, identidade e situação de tradutores e intérpretes como um grupo ocupacional.

Anthony Pym é diretor do Grupo de Estudos Interculturais na Universidade Rovira i Virgili de Tarragona, Espanha. Pym é autor, editor ou co-editor de cerca de 15 livros sobre Tradução e Estudos Interculturais, incluindo a obra Pour une ético du traducteur (1997). Seu grupo de pesquisa tem um acordo de cooperação com a Universidade Al-Quds, na Jerusalém Oriental desde 2004.

Ao assistir os vídeos, lembrando que, recentemente, Mona Baker desvinculou a Dr. Miriam Shlesinger da Universidade Bar-Ilan, e Gideon Toury, Professor da Universidade de Tel Aviv, do conselho editorial de seus periódicos Translator and Translation Studies Abstracts com base em sua filiação a instituições israelenses, pergunto: deve ou pode o tradutor intervir em assuntos sociopolíticos?






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