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Machado de Assis: tradutor ou recriador? Artigo rompe com estereótipos em torno de Machado de Assis como Tradutor

Jean-Michel Massa, autor de "A juventude de Machado de Assis" e "Machado de Assis Tradutor"

Em artigo publicado em 2009 na Revista Bula, Michel Massa, autor de "A juventude de Machado de Assis" e "Machado de Assis Tradutor", "garante na segunda parte de 'Machado de Assis tradutor' que, se nos deixarmos levar pelas aparências, o escritor conheceria, além do francês, os idiomas inglês e italiano. Mas, na verdade, as traduções que fazia eram sempre a partir do francês".
“Machado de Assis tradutor”: “(...) o confronto entre o ponto de partida (o texto original) e o ponto de chegada (a versão brasileira) é precioso para conhecer o nível lingüístico do tradutor-escritor que pode se metamorfosear em escritor-tradutor”. Mais adiante, ele reforça essa tese, quando se refere à peça “Hoje avental, amanhã luva”, estudada em “A Juventude de Machado de Assis”, ao afirmar que, “apesar da referência explícita a um texto estrangeiro, a contribuição de Machado de Assis é tamanha que temos diante de nós uma obra repensada senão reescrita”. Em outras palavras: estaríamos diante de uma co-autoria, uma adaptação ou uma recriação. Mas, segundo Massa, não seria esse o caso de “Queda” (...), que “é pura e simplesmente uma tradução, e nada mais que isso”.

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